| 131 - A armadilha no pergaminho amaldiçoado de Kannon |
| Esse episódio não é
um filler. Um grupo de mulheres joga o que aparenta ser um cadáver de um
homem no rio. Um aldeão as avista por acaso e depois foge, fugindo ele
encontra um samurai e se assusta com sua máscara oni (Jackie Chan!). O
samurai parece ferido, cansado, mas o aldeão já havia fugido quando este
retirou a máscara. No dia seguinte, o aldeão conta a Inu Yasha e aos
outros o que viu e acredita que seja um vilarejo de mulheres oni. Miroku
não sente algum jaki, mas de qualquer forma eles decidem investigar,
talvez tivesse alguma ligação com Naraku. Nisso, o samurai que usava
máscara oni, está ferido e é socorrido por uma garota daquele vilarejo de
mulheres. Já na casa da líder das mulheres ele percebe que só há mulheres
ali e pressente perigo. Ao beber o que as mulheres lhe oferecem, ele acaba
inconsciente. A mulher mais velha ordena à jovem Wakana que leve o homem
ao templo da deusa Kannon. Perto dali, um homem jovem cruza um difícilcaminho em busca de uma mulher de nome Wakana e acaba por cair no desfiladeiro. O samurai de antes acorda sozinho, trancado num cômodo com um pergaminho aberto, pintado com a imagem da deusa Kannon, da misericórdia. Ao tocar na imagem, um youkai sai do pergaminho. O samurai tenta fugir, mas o youkai o mata e arranca sua pele. Miroku então sente o jaki do youkai, mas logo se dissipa novamente. Eles estavam à beira de um rio e no rio, um homem aparece boiando, o mesmo que procurava por Wakana. Inu Yasha o resgata e logo que ele acorda, se apresenta como Shinosuke. Shinosuke conta sua história, dizendo que Wakana era sua noiva e quando ele voltou da guerra, encontrou seu vilarejo destruído. Na esperança de encontrar Wakana, Shinosuke ficou sabendo de um vilarejo apenas de mulheres que perderam sua famílias para a guerra e se ajudavam mutuamente. Sango desconfia que possa ter algo a
ver com o tal vilarejo das mulheres oni que procuravam. Logo, por
coincidência, ou não, algumas mulheres do tal vilarejo os encontram. Inu
Yasha e os outros logo estão no vilarejo delas. A líder delas diz a
Shinosuke que não há nenhuma Wakana entre elas. Shinosuke então não
desiste de encontrar Wakana. Kagoem acha muito romântica a atitude dele,
Sango sente um pouco de inveja. Inu Yasha pergunta a Miroku se ele pode
sentir algum jaki ou youki ali e depois se dá conta de que Miroku está com
uma garota em seus braços, perguntando a ela que deve se sentir muito
solitária ali. A garota parece gostar da proximidade de Miroku. Logo, Inu
Yasha não pode sentir jaki, nem youki, mas uma pesada atmosfera vinda de
Sango. Logo Sango pergunta se eles não deveriam estar buscando pelo
vilarejo de mulheres oni. As mulheres do vilarejo então pedem que eles
passem a noite por lá, alegando que é perigoso viajara a noite. Eles
aceitam, mas estranhamente a mulher separa o quarto dos homens e o das
mulheres. Kagome pergunta se Sango não
sente nada por Miroku, Sango parece confusa, apesar de dizer que não, que
Miroku é cheio de más qualidades, mas sua reação demonstra o contrário.
Kagome diz que acha que Miroku gosta dela e tenta convencer Sango, mas de
repente, por algumas frestas na porta, elas podem ver Miroku, lá fora, com
uma garota, passando uma cantada como sempre. Sango, como sempre parece
meio brava, meio chateada. Depois todos decidem dormir, exceto Miroku, que
foi sabe lá onde com a garota. Kagome durante a noite pensa nos dois,
Sango e Miroku, os defeitos que os impedem de admitir o que sentem um pelo
outro. De repente, Sango percebe uma estranha movimentação, as mulheres do
vilarejo todo saem sozinhas. Sango decide investigar e nem espera Kagome
chamar Inu Yasha e os outros. Logo, Inu Yasha acorda, sentindo cheiro de
água. Ele e Kagome vão seguindo a trilha de Sango e Kirara. Nisso, a
garota leva Miroku até o templo de Kannon. Miroku percebe algo estranho
naquele pergaminho, mas a garota então se joga em seus braços. Nisso,
Wakana encontra Shinosuke, que fica muito feliz ao vê-la, mas ela parece
fria com ele. |
| 132 - A confissão mais perigosa do houshi Miroku |
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Miroku então pergunta ao youkai porque ele quer sua carne. O youkai diz
que precisa de carne de homens para voltar a sua forma original. O youkai
conta que há algum tempo humanos conseguiram exorciza-lo, prendendo sua
alma num pergaminho e queimando sua carne, depois pintaram no pergaminho a
imagem de Kannon e selaram seus movimentos com algumas fuda. O youkai diz
que agora está vivo de novo e precisa da carne de homens. Miroku então se
defende do ataque e planeja usar seu houriki numa fuda, mas a garota se
põe em seu caminho. Miroku é forçado a fugir, mas Wakana estava chegando
com Shinosuke, perto do templo onde o youkai estava a solta. Nisso, Inu
Yasha trata de lutar sem ferir muito aquelas mulheres. Miroku percebe que
o ayakashi (youkai) irá atacar Shinosuke. Wakana leva Shinosuke até o
ayakashi, mas acorda da maldição bem na hora e tira Shinosuke do caminho
do ayakashi. O ayakashi então reforça a maldição e Wakana volta a ser sua
serva. Miroku chega, disposto a lutar. Ele não pode usar o Kazaana pois a
garota está em seu caminho. Com o Shakujou, Miroku faz o Seibai e deixa o ayakashi cego de um olho. O ayakashi voa longe dali. Miroku então percebe que o ayakashi foi selado com fuda e tenta usar uma fuda para libertar a garota de seu controle. Ao atingi-la no estômago, de posse de uma fuda, a garota cospe a larva do ayakashi e Miroku acaba com a larva. O monge então faz o mesmo com Wakana e parte atrás do ayakashi. O ayakashi então voa para o lago e as mulheres o seguem. No lago, o ayakashi cria um corpo para si, com a carne que já havia conseguido. O resultado é um youkai lagarto verde bem grande, com alguns pedaços ainda faltando. O youkai percebe Inu yasha ali e diz que se comer sua carne conseguirá o que lhe falta. Inu Yasha se prepara para lutar. As mulheres atacam Inu Yasha e o youkai chega a lançar Kagome e Shippou para longe, mas Miroku surge para ampara-los. Miroku explica que as mulheres que o youkai tornou suas servas eram mulheres que perderam seus parentes e viam na deusa Kannon, da misericórdia, algum consolo, mas não entende como ele conseguiu se livrar da maldição. O youkai explica que isso só possível pois um imenso jaki surgiu e deu a ele forças para se soltar. Inu Yasha percebe que o imenso jaki é na verdade Naraku. Miroku cuida de atingir as mulheres com suas fuda, mas são muitas. Miroku chama por Sango, mas então percebe que ela não estava ali. Kagome diz que depois que viu Miroku se engraçando com a garota, Sango decidiu partir sozinha e agora havia sumido. Kirara então reaparece, molhada, chamando por Miroku. Inu Yasha consegue
enfim fazer um Kaze no Kizu e acabar com o youkai, mas a maldição continua
e as mulheres atacam Miroku. Miroku vê Kirara o chamando e decide
investigar, ele dá as fuda para Kagome e deixa o resto com eles. Miroku
voa em Kirara para dentro do lago. Lá dentro, são atacados pelo Hiraikotsu.
Sango então aparece, dominada como as outras mulheres e Miroku percebe que
terá de lutar contra ela. Sango lança seu Hiraikotsu, mas Miroku desvia.
Miroku tenta derruba-la com seu Shakujou para então atingi-la com a fuda,
mas Sango saca sua katana e atinge o braço direito de Miroku, que sangra.
Inu Yasha sente o cheiro de sangue. Miroku diz para Kirara não se
preocupar e deixar Sango com ele. Miroku: Sango, esses
são meus verdadeiros sentimentos, então eu quero que preste atenção. Kagome: Que cruel!
Nunca irei perdoá-lo! |
| 133/134 - A mulher que amou Sesshoumaru |
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Inu Yasha e os outros estão relaxando numa praia, com muito sol areia e
tudo de bom, claro que Inu Yasha não quer ficar perdendo tempo... Enquanto
isso, uma nobre mulher enfrenta os últimos momentos de sua vida, num
vilarejo próximo de onde eles estavam. A mulher, uma princesa de nome
Sara, toca uma música triste e melancólica em sua flauta, o que chama a
atenção de Kagome enquanto eles passavam. Sara percebe a presença de Inu
Yasha e dos outros, mas a morte para ela chega. Sara morre murmurando algo
sobre um último desejo. Sem saber do ocorrido, Inu Yasha e os outros
continuam. Chegando aos limites do vilarejo, sua atenção é chamada pelo intenso jyaki (energia maligna) que se formou. Olhando para trás, eles percebem uma grande quantidade de shouki rodeando a casa que ouviram a flauta sendo tocada. De repente a casa explode em chamas. Voltando para investigar, os aldeões contam sobre Sara e seu triste destino. Mais tarde, visitando as ruínas do lugar, Kagome percebe que o local aonde Sara previamente tocava sua flauta antes de morrer está marcado no formato de seu corpo, em meio ao chão carbonizado, indicando que o corpo havia sumido. Enquanto isso, Sesshoumaru e seus companheiros (por assim dizer) passam um um caminho de pedras e neblina. Rin fica tagarelando alegremente com Jaken, que não está nem um pouco interessado na conversa (típico). Sesshoumaru fica alheio à conversa. Ele pára de repente. Da neblina surge uma mulher que caminha até eles. É a recentemente falecida Sara. Ele fica de joelhos na frente de Sesshoumaru, numa grande reverência. Sara começa a contar que seu pai foi um senhor de guerra e diz que se apaixonou por Sesshoumaru depois de ve-lo pela primeira vez. Sara conta que seu sonho desde então foi poder vê-lo de novo e ser-lhe útil. Sesshoumaru, pensativo por um momento, diz que ela deverá perceber por si própria um meio de ganhar seu interesse. Sara concorda com ele e continua seu caminho enquanto Jaken explode de raiva pela audácia de uma mera humana vir perturbar Sesshoumaru com aquela bobeira. Sesshoumaru informa Jaken que Sara não é humana, é uma youkai. De volta a praia, Inu Yasha e os outros estão conversando sobre os estranhos eventos do dia quando são interrompidos por um monstro marinho. O monstro avança na direção da praia, aonde uma mulher amarrada numa estaca servirá de sacrifício para o monstro. Miroku bem depressa vai ao resgate da mulher, seguido de perto por Sango e Kirara. A mulher é Sara. Miroku e os outros se preparam para lutar contra o monstro, quando uma luz estranha atrás deles chama a atenção de Miroku, que se vira e, horrorizado acaba transformado em vidro. Inu Yasha, Kagome e Shippou chegam depois e percebem que Miroku, Sango e Kirara foram transformados em vidro. O monstro ataca, dando pouco tempo a eles de se preocuparem com a situação de seus amigos. Inu Yasha logo ataca, mas fica meio desorientado ao perceber que seu inimigo era, na verdade, uma massa de algas marinhas. Sara é libertada, mas agora eles devem libertar seus amigos e toda a população do vilarejo próximo a praia de sua maldição de pedra. Sara, grata pela ajuda, se oferece para ajudar. Sara conta que o monstro era um deus do oceano e na sua fúria ele transformou todos em vidro. No vilarejo, todos sofrem a mesma maldição. Ela fala de um templo numa caverna, localizada num penhasco próximo, em homenagem a tal deus. Dentro do templo havia uma câmara que, ao ser destruída, deveria anular a maldição. Shippou desconfia da versão de Sara, mas eles continuam a segui-la. Ao lado do penhasco eles entram na caverna e a tal câmara está selada com uma grande rocha. Inu Yasha tenta inutilmente mover a rocha, mas Sara pede a ele que insira a Tessaiga num orifício da rocha. Assim que Inu Yasha o faz, a rocha se move e Sara sorri maldosamente. Shippou percebe e conta a Kagome seu pressentimento. Kagome também acha muito suspeito, mas suas suspeitas chegam tarde demais. As rochas começam a desmoronar e a caverna entra em colapso, soterrando Sara e a Tessaiga. Inu Yasha malemal consegue salvar Kagome e Shippou para fora dali quando o chão abaixo deles começa a se partir. O youkai Sara surge das rochas, montada num Shibugarasu (corvo) gigante, carregando a Tessaiga, vitoriosamente. Comemorando o feito, Sara se lembra de quando ela ficou observando Sesshoumaru quando ele ficou se recuperando na floresta, após perder um braço na luta contra Inu Yasha. Em seu delírio, Sesshoumaru amaldiçoou seu irmão por poder usar a Tessaiga. Isso inspirou Sara a roubar a espada e dá-la a Sesshoumaru como forma de obter sua afeição. Numa hora ruim, Sesshoumaru aparece no penhasco, seguindo o roubo da Tessaiga por parte de Sara. Inu Yasha ataca Sesshoumaru, achando que aquilo era outra tentativa de tomar a Tessaiga. Sara paira acima deles, observando. Sesshoumaru usa seu Dokkasou e deixa claro que Inu Yasha devia ficar de fora daquilo. Sesshoumaru diz que aquela espada não lhe interessava e depois some. Inu Yasha tenta atacar Sara, mas ela usa seu feitiço de petrificação em Inu Yasha. A ação rápida de Kagome salva Inu Yasha, quebrando o colar de Sara com a Hama no Ya (flecha purificadora de Miko) e desfazendo o feitiço. Sara consegue fugir. Inu Yasha persegue Sara enquanto Kagome vai ao vilarejo explicar aos outros o que estava acontecendo. Enquanto isso, Sesshoumaru volta a floresta para a qual escapou após seu primeiro duelo contra a Tessaiga, se lembra que em seguida teve de enfrentar o pai de Sara e como atacou, apesar da dor, e destruiu os samurais. Suas lembranças solitárias são interrompidas por Sara, ao lado dele, ainda carregando a Tessaiga. Ela conta a ele como o encontrou ferido e delirante, como ela aprendeu sobre a Tessaiga e seu desejo de possuir a espada. Ela conta como tentou impedir seu pai de planejar uma vingança contra ele e como foi cruelmente repreendida por isso, passando a odiar seu pai. Conta como ficou satisfeita após Sesshoumaru derrotar os homens do pai dela e que depois disso ele ficou louco por medo do mononoke se vingar e por isso tocou fogo no castelo, queimando junto. Sara fala de sua devoção a ele e o modo como deixou-se ser possuída pelos youkai enquanto morria, numa tentativa de poder encontrar Sesshoumaru mais uma vez. Enquanto ela volta a oferecer a espada a Sesshoumaru como prova de seu amor, Inu Yasha chega, pronto para retomar sua lâmina. Inu Yasha usa o Sankon Tessou em Sara, mas Sesshoumaru intervém com Toukijin. Inu Yasha fica ferido e diz que aquilo envolve ele pois a Tessaiga era sua. Inu Yasha ataca com o Hijin Kessou e Sara é ferida, revelando que era composta por youkai. Sara não desiste tão facilmente e libera alguns youkai-cobra na direção de Inu Yasha para prende-lo e conte-lo. Num sobressalto, Sesshoumaru destrói os youkai, impedindo novos ataques a Inu Yasha. Ao que parece, Sesshoumaru quer manter a rivalidade apenas um assunto de família. Para surpresa de Sara, Sesshoumaru a ataca, liberando o verdadeiro youkai que ela se tornou. Sesshoumaru percebe que o youkai se apoderou da alma de Sara na tentativa de absorver seu corpo youkai. Kagome e os outros chegam ao campo de batalha. Eles libertam Inu Yasha. A parte humana de Sara implora uma vez mais para que ele a perdoe. Kagome dispara uma flecha, que abre um rombo no torso de Sara. Sesshoumaru saca Toukijin e atinge a parte que segurava a Tessaiga. Uma infinidade de youkai começam a abandonar o corpo de Sara e logo eles se vêem em meio aos youkai. O youkai diz que uma espada maligna como Toukijin nunca poderá derrotá-lo. Sesshoumaru pega a Tessaiga e num movimento, os youkai são atraídos por ela. A Tessaiga volta a repelir Sesshoumaru, ferindo sua mão com sua barreira de energia. Sesshoumaru usa o Kaze no Kizu, com a Tessaiga transformada, apesar da barreira. Sesshoumaru não pode mais segurar a espada e a larga. Inu Yasha recupera sua espada e despacha todos os youkai pro além de uma só vez. A parte youkai de Sara é destruída, enquanto a humana, em seus últimos momentos, vai derretendo e virando pó aos pés de Sesshoumaru, agradecendo-o por salvá-la, sem arrependimentos pois no final pôde encontrá-lo mais uma vez. A única coisa
que sobra é sua flauta, em meio ao pó. Sesshoumaru atinge o pó que sobrou
dela com a flauta e depois vai embora misteriosamente, dizendo que ela
pode continuar tocando flauta para ele no outro mundo. Inu Yasha e os
outros, confusos com o desfecho, não fazem algum esforço para detê-lo.
Sesshoumaru se une a Rin, Jaken e AaUn e eles seguem caminho. Dá a
entender que Sesshoumaru já tem todo o afeto de que precisa de seus
peculiares mas devotos companheiros de viagem, mas a atitude dele no final
é um tanto ambígua... |
| 135 - O último banquete ao mestre de Miroku |
| Tudo começa com
Kagura e o bebê Hakudoushi matando um monge para tentar descobrir algo.
Depois, Hachi encontra Miroku e os outros muito preocupado, achando que
Mushin-sama, o mestre de Miroku estava morrendo, pois havia o visto com
sangue no rosto e meio tonto. Miroku e os outros vão averiguar. Mushin diz
a eles que é verdade, realmente está morrendo. Miroku e os outros decidem
fazer o possível para que ao menos ele possa ter uma morte tranqüila.
Mushin se aproveita da boa vontade e faz eles arrumarem, limparem o
templo, lavarem roupa e por fim buscarem um saquê especial no topo de uma
montanha. Essa parte é a melhor. Chegando na montanha, uma neblina acaba
por embebedar Kagome, Shippou, Hachi e Sango. Shippou e Hachi imitam a
forma de Kagome e as três Kagome ficam dançando bêbadas e cantando. Sango
também bêbada agarra Inu Yasha e a cara de Miroku nessa hora é ótima.
Sango diz que eles dois podem dar cabo do Naraku e tenta beijar Inu Yasha.
Inu Yasha acaba por tomar um monte de Osuwari de Kagome.
Para acabar com
aquilo, Miroku suga aquela neblina com o Kazaana. Eles voltam com o
precioso saquê. Miroku e Mushin conversam sob a luz da lua, como a muito
não faziam. No meio da conversa, Mushin desfalece, deixando cair o saquê.
Miroku acha que ele morreu, mas ele ouve seus roncos. No dia seguinte,
Mushin conta que logo ia morrer, pois seria vítima dos assassinos de monge
em série (se referindo a Kagura com o bebê Hakudoushi). Miroku e os outros
não ficam muito felizes não. Hachi pergunta o que foi aquele sangue
daquela vez. Ele diz algo como "É que eu tava tão bêbado que eu caí..." e
todos caem com a surpresa. A última cena é a de Kagura e o bebê passando
direto pelo templo de Mushin. Só serviam a eles monges puros, alguém como
Mushin nunca seria vítima deles... |
| 136 - A aparição do misterioso youkai invisível |
| Esse "filler" começa com a rivalidade Shippou-Inu Yasha. Kagome resolve o caso. No dia seguinte, eles tão na pindaíba e chegam a um vilarejo onde encontram Haraiya-sama, a exterminadora farsante que não sente jaki do episódio da "Cabeça de demônio". Um toumei, youkai invisível está roubando pergaminhos das casas ricas do vilarejo durante a noite. Eles se dividem para esperar pelo youkai. Shippou aprende a ficar invisível, mas por pouco tempo, não o suficiente. Nisso, Shippou usa sua técnica em Sango e ela acaba por flagrar Miroku com duas garotas, mas logo perde a invisibilidade e Miroku tem de se virar pra explicar, hehehe. Shippou não sabe que sua técnica dura pouco e tenta bravamente lutar quando o toumei aparece, mas só o Inu Yasha mesmo para resolver. No final das contas, Inu Yasha consegue deter o youkai e fazê-lo devolver o que roubou. O youkai não era realmente invisível, é que ele podia se encher de ar ou esvaziar, ficando assim tão fininho, que de lado parecia invisível. Inu Yasha então tenta animar Shippou pela sua "grande" participação na luta e depois, com o dinheiro que conseguiram, seguem viagem... |
| 137 - O nome da ancestral é Kagome |
| Kagome tá tendo um
dia ruim na era atual, com a proximidade das provas e como sempre ela não
sabe nada da matéria... Então Houjou chega com um documento interessante,
uma árvore genealógica da sua família e nela há uma Kagome, no passado,
datando da Sengoku Jidai... Kagome fica muito apreensiva. Nessa hora,
lembra do Kagami no Naka no Mugenjou, aquele Akitoki Houjou? Pois bem, ele
está de volta. Por acaso Inu Yasha e os outros encontram-no do mesmo modo
como no filme, numa ponte, ameaçado por bandidos, numa missão, levar uma
arma, uma alabarda para selá-la em Hakureizan (de novo essa montanha...)
Houjou pede ajuda a eles. Obviamente que Inu Yasha não queria, mas Houjou
acaba por convencê-los. Kagome então volta a Sengoku Jidai. Houjou não
disfarça bem o que sente por Kagome e a tensão Inu Yasha-Houjou aumenta...
Kagome, percebendo o
desajeitado Houjou, acredita que era um erro aquela árvore genealógica de
Houjou (do presente). No caminho, eles são atacados por ninjas que querem
a alabarda. Eles se livram do ataque e acampam para passar a noite. Houjou
conta que a alabarda é na verdade metade de uma poderosa arma e há tempos
alguém vem tentando tomá-la dele. Myouga chega trazendo novidades de
Toutousai. Ele diz que a alabarda foi forjada por Kaijinbou (o ferreiro de
Toukijin) e não deve se unir a sua outra metade de jeito algum. Então eles
sofrem um novo ataque. Dessa vez, as explosões conseguem ferir Houjou.
Kagome vai a seu resgate, mas uma nova explosão acaba por mandar Kagome e
Houjou abismo abaixo... |
| 138 - Os sobreviventes na terra dos youkai |
| Os quatro ninjas youkai se escondem nas árvores e impedem Inu Yasha de buscar por Kagome. Inu Yasha destrói as árvores com seu Kaze no Kizu. Nisso, Kagome e Akitoki estão sendo levados pela correnteza do rio e acabam por cair duma cachoeira de três níveis. Os ninjas atrapalham Inu Yasha até a chegada de seu mestre, Hoshiyomi. Inu Yasha decide lutar contra ele e pede a Miroku e Sango que procurem por Kagome. Hoshioni ordena a seus ninjas que consigam a alabarda de Akitoki. Durante a luta, Hoshiyomi revela que possui a outra metade da arma e busca seu poder máximo. Kagome fica ferida na queda e Akitoki fica muito feliz por carregá-la em suas costas. Kagome começa a tentar entender o significado daquela árvore genealógica de Houjou e se questiona em pensamento. Na queda, Kagome deixou objetos que serviram de pista para Miroku e Sango, mas também para os ninjas de Hoshiyomi. Eles encontram uma foto de Kagome com suas amigas da era atual e copiam sua aparência para enganar Kagome e Akitoki. À noite, enquanto Kagome dorme, Akitoki aprecia poder olhar para Kagome e tenta beijá-la, mas é interrompido pelos ninjas de Hoshiyomi. Kagome sabe que algo está errado e tenta escapar dos ninjas, mas logo é capturada. Hoshiyomi pára de lutar e desaparece, uma vez que sabia que já tinha o necessário para recuperar a alabarda de Houjou. Inu Yasha o persegue, mas tromba com Akitoki. Inu Yasha pergunta por Kagome mas a resposta não o satisfaz. Então, Hoshiyomi aparece pairando com Kagome... |
| 139 - Grande duelo na cachoeira Shouun |
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Hoshiyomi paira levando Kagome e diz que se Inu Yasha quer salva-la, que
vá ao templo Fuurai levando a lâmina "Ken" da alabarda Kenkon, depois some
com Kagome. Os 4 younin esperam por Inu Yasha e os outros e se dividem
para lutar. Hoshiyomi se prepara para o ritual. Um pentagrama surge acima
da cachoeira Shouun, logo a frente de Inu Yasha (engraçado né? Kagome
raptada, Akitoki Houjou e o pentagrama, isso me lembra algo...). O símbolo
era na verdade uma barreira, que os repele e os separa. Logo, cada ninja
aparece para lutar contra um deles. Vale dizer que Hana no Suzaku, o ninja
que fica de enfrentar Akitoki tem todo o jeitinho do Jakotsu, se é que
você me entende. Inu Yasha se prepara para enfrentar Yami no Genbu, o ninja pedra/tartaruga, mas os poderes da Tessaiga haviam previamente sido absorvidos pela lâmina Kon de Hoshiyomi. O younin então ataca. Sango enfrenta os ataques do ninja serpente que eu esqueci o nome. Miroku tenta encontrar Sango, mas deve enfrentar Yuki no Byakko, o tigre. Miroku é ferido pelo ataque do younin veloz na tentativa de abrir o Kazaana. Nisso, Suzaku persuade Houjou a entregar-lhe a lâmina Ken. Shippou usa nele o Kitsune-bi, mas logo ele se transforma numa ave e persegue Shippou. Kagome acorda e percebe que Hoshiyomi não tem um olhar de mau, apenas triste. Hoshiyomi pergunta a ela o porque de sua viagem com um hanyou, diz que não há amor ou qualquer sentimento entre youkai e ningen. Kagome percebe que Hoshiyomi deve ter tido alguma experiência ruim no passado. Hoshiyomi se lembra que no passado, uma mulher ningen chamada Tsukiyomi havia o traído e o lacrado. Kagome tenta argumentar algo, mas ele diz que irá usar seu poder para restaurar a alabarda Kenkon. Logo, Kagome fica inconsciente e as duas partes da alabarda se chamam. Houjou é puxado e é levado cachoeira a cima. Nisso, ao pé da cachoeira Shouun, Inu Yasha e os outros tem problemas em suas lutas. Logo, Inu Yasha consegue usar um Hijin Kessou no ninja que lutava contra Miroku, dando a Miroku tempo de abrir o Kazaana e sugar os 4 younin. A lâmina Ken e a Kon finalmente se unem nas mãos de Hoshiyomi. Inu Yasha e os outros sobem Shouun e encontram Hoshiyomi de posse da alabarda, levando Kagome. Um buraco de vento se abre nos céus e tenta suga-los, enquanto Hoshiyomi se vangloria pela sua arma, que parecia possuí-lo. |
| 140 - Sentimentos eternos, a alabarda do paraíso e da terra |
| Nem o Sankon Tessou,
Hijin Kessou, Hiraikotsu ou Shakujou são capazes de danificar a barreira
que envolve Hoshiyomi. Hoshiyomi pergunta a Inu Yasha se ele quer tanto
assim aquela humana, quando então Akitoki revela seu verdadeiro sentimento
por Kagome, o sentimento que ele considera eterno. Akitoki diz que pode
ser desastrado e fraco, mas esse sentimento é mais forte do que qualquer
definição de bem e de mal. Hoshiyomi parece indeciso, até que se pergunta
então porque Tsukiyomi o traiu. Kagome então, ainda inconsciente se afasta
de Hoshiyomi. Seu corpo brilha e "recebe o espírito" de Tsukiyomi. A
alabarda Kenkon fica entre Hoshiyomi e Tsukiyomi. Eles então se lembram do passado, eles lutando juntos, contra youkai. O relacionamento deles era algo muito parecido com Inu Yasha e Kikyou, ela uma humana poderosa, ele um youkai que a amava e estava disposto a protege-la. Por isso ele levou a Kaijinbou o corpo de 222 youkai para formar a
alabarda Kenkon e protege-la, só que foi possuído pela aura maligna da
arma. Tsukiyomi então, para salva-lo, o prendeu no pentagrama e depois
separou as pontas da arma, mandando uma para o sul, ao pé do Monte Fuji e
outra ao norte, em Hakureizan. Tsukiyomi então planejou libertar
Hoshiyomi, mas sua vida se extinguiu ali, sem alcançar seu desejo. Depois,
Hoshiyomi conseguiu se libertar. Hoshiyomi não consegue acreditar que
aquela seja a verdade sobre sua suposta traição, mas o poder da alabarda
Kenkon não permite que ele se arrependa, ao invés disso, ele ataca,
expulsando o espírito de Tsukiyomi. então vê ele mesmo e
Tsukiyomi na forma de Inu Yasha e Kagome e decide acabar com eles com uma
esfera vermelha de energia. Inu Yasha então converte em Bakuryuuha,
combinado com a Hama no Ya de Kagome. |