| 151 - A escolha instintiva de Kagome |
| No mesmo “ningen no
shiro” de anteriormente, a okugata-sama (senhora do castelo) duvida sobre o
bebê que lhe foi dado; se a visão de Kanna foi um delírio ou foi real e a
misteriosa morte de todos naquele cômodo. Mudando de cena, Kagome então fica
sabendo, por Kochou e Asuka, que é a única capaz de salvar Kikyou,
purificando o shouki em seu ferimento aberto. Kagome escolhe salva-la, sendo
a única capaz e entra na água. O shouki machuca Kagome, que não desiste. Ao
encostar nela, ambas afundam num mar de shouki. As garotas então jogam na
água o barro da sepultura da Kikyou para Kagome purificar e colocar no local
do ferimento. Ao fazer isso, muito shouki deixa o corpo da miko, ferindo
Kagome, que no meio da escuridão, vê um flashback do dia em que Kikyou
morreu, com todo o golpe do Naraku para engana-la e o lacre de Inu Yasha: o
dia em que o tempo parou para Kikyou.
Após os flashbacks,
Kagome tenta fazer com que Kikyou perceba a verdade sobre o passado e
consegue, enfim, fechar o ferimento, purificando o shouki da água. Kagome
fica inconsciente. Ao acordar, encontra Kikyou de pé, a questionando por
optar salva-la e dizendo que irá ocultar-se enquanto se recupera. Kikyou não
a agradece pois, de acordo com Kagome, não foi escolha, foi obrigação. Logo,
Inu Yasha chega, procurando por Kikyou. Kagome se sente mal com tudo, toda a
atenção dada a Kikyou, a vontade dele tão óbvia de ir atrás dela, enquanto
que ela se arriscara e sofrera para salva-la, salvar sua rival. Kagome
também se recrimina por ficar brava e por sentir aquele mal estar após
salvar uma vida. Convencido por Miroku e Sango, Inu Yasha decide não ir
atrás de Kikyou, confiante que se Kagome disse que ela estava bem, então
bastava. Kikyou caminha, percebendo que só fora salva pois no coração de
Kagome não havia nenhuma dúvida sobre sua escolha instintiva... |
| 152 - Proteja, então saqueie |
| Abi
Hime, cansada de estar entre uma guerra de dois hanyou, fala com sua mãe que
planeja matar Naraku. Tekkei (mãe de Abi) diz para ela atacar um castelo
humano em particular, que parece ter muita ligação com Naraku. Não por
coincidência é o mesmo castelo onde Kanna trocou o natimorto herdeiro por
"Naraku no Akambo". A okugata-sama não se lembra muito do incidente, mas ao
ver Kohaku o reconhece, ainda confusa. Kohaku estava em outra missão de
Naraku, trabalhando como servo do castelo, para ficar perto do bebê e
protege-lo em alguma situação de emergência. Por coincidência, Inu Yasha e
os outros estão nas redondezas do mesmo castelo, para passar a noite, embora
não tenham notado o fragmento de Kohaku. Hakudoushi percebe Abi Hime indo na
direção do castelo e manda Kagura segui-la.
Durante a noite, no cômodo com os outros servos do castelo, Kohaku começa a fazer afinidades e se lembrar de que já viveu uma paz semelhante, algum tempo no passado. Kagome percebe as aves chegando ao castelo e logo eles se preparam para segui-las. Os guardas humanos do castelo não têm chances contra as aves. Kohaku protege seus amigos e parte com o Kusarigama para lutar. O fragmento brilha nas costas de Kohaku, ordenando a ele que proteja o bebê. Kohaku ajuda os humanos a destruir as aves, tentando proteger a senhora do castelo e o bebê. Kagome percebe o único Shikon no Kakera e sabe que é Kohaku. Nisso, Abi reencontra Inu Yasha e ambos começam a batalhar. Abi percebe as inúmeras utilidades da alabarda dada por Naraku, como a barreira, o shouki, etcetera. Kohaku encontra o bebê e o salva das aves, tirando as mulheres de dentro do castelo em chamas. Os guardas reverenciam a habilidade de Kohaku e um deles traz o nome taijiya para Kohaku, que tem flashbacks de sua última luta antes de matar seus companheiros. O fragmento novamente brilha em Kohaku, na nova ordem de Naraku, para levar o bebê e matar todos os humanos ao seu redor. Kohaku hesita por um momento, mas logo a voz de Naraku fala mais alto... |
| 153 - O destino é uma dura reunião |
|
Após o ataque das aves, Kohaku continua a girar sua arma e desfere um
certeiro golpe que mata dois dos guardas de uma vez. Os outros guardas
atacam Kohaku, que numa brilhante demonstração de habilidade, desvia dos
ataques e mata um a um, todos os guardas do castelo e as guardiãs pessoais
da “okugata-sama”. Já encharcado de sangue, a mente de Kohaku sabe que
aquilo é errado, mas seu corpo age de acordo com a ordem de Naraku. Ele,
então, mata as quatro mulheres que cercavam a okugata-sama e o bebê e se
prepara para mata-la, quando uma lágrima escapa de seus olhos. A mulher
pergunta se o coração dele está sendo controlado por alguém, quando Sango
chega, montada em Kirara. A okugata-sama foge, só para dar de cara com
Kanna, que lhe tira a alma com o kagami (espelho) e leva o bebê. Kagura é
ordenada pelo Saimiyoushou a resgatar Kohaku.
Abi Hime percebe que suas aves já coletaram todo o sangue humano do castelo e decide partir, deixando a luta inacabada. Kagome e os outros vão atrás de Sango, que diz a Kohaku que ele fez aquilo de novo. Ao ouvir o “de novo” de Sango, Kohaku volta a ter os flashbacks, dessa vez os cruciais; de quando ele matou seu pai, seus amigos e atingiu aquela pessoa, aquela mesma que estava agora diante dele: sua aneue; lembra-se da sua vida no vilarejo dos taijiya e de tudo o que Naraku apagou. Salvo por Kagura, Kohaku recupera sua memória e, ainda entorpecido pela descoberta, cai da pena voadora de Kagura. (esse momento é o melhor do episódio, lembra muito o Shinji em Evangelion...) Caindo, Kohaku chora de olhos fechados, se lembrando das cenas do assassinato dos taijiya, por suas mãos; de Naraku aparecendo para ele e propondo apagar sua memória em troca de seu trabalho; se lembra de ferir Sango a mando de Naraku; a tentativa de matar Rin; os vilarejos destruídos e, por fim, os guardas que ele acabara de matar. Kohaku grita em pânico, caindo, chorando, até Kagura reaparecer para salva-lo. Kohaku decide que não se importa em morrer, desde que leve Naraku com ele. Sango caminha à frente dos outros, pensando se era possível salvar Kohaku, com tanto sangue em suas mãos, quando os amigos que Kohaku salvou a encontram por acaso. Ao ver que Kohaku os salvara, Sango desaba a chorar, para ser consolada por Kagome. No dia seguinte, Sango se esforça para lembrar do que viu, para tentarem entender qual era a relação do castelo com Naraku. Sango então se lembra da face do bebê, que era definitivamente "Naraku no Akambo". Kagura começa a pensar e acaba concluindo que Naraku no Akambo deve ser a chave do mistério, o verdadeiro coração de Naraku e Hakudoushi. Kohaku não revela a ela que recuperou sua memória. À noite, Inu Yasha e os outros discutem os planos de Naraku enquanto Sango fica isolada com Kirara, olhando o céu. Miroku senta-se ao seu lado e eles apenas ficam juntos em silêncio, para surpresa de Shippou e Inu Yasha, que esperavam alguma passada de mão clássica. Longe dali, Naraku desfaz a barreira ao redor da montanha onde Tekkei se ocultava, no ninho das aves. Tekkei percebe que deve ser resposta ao ataque ao castelo.. |
| 154 - A youkai que conecta ao Outro Mundo |
| Enquanto todos dormem,
Inu Yasha sente o cheiro do ninho das aves, quando recebe a inesperada
visita de Kochou e Asuka, as shikigami de Kikyou, que guiam-no até sua
mestra. O hanyou não pensa duas vezes antes de largar seus amigos e correr
atrás de Kikyou, que está ainda se recuperando com almas trazidas por seu
shinidama-chuu. Kikyou pergunta a Inu Yasha o que Naraku está tentando fazer
e ele conta sobre a fronteira entre os mundos e o fragmento. Kikyou
compreende o plano de Naraku e diz a Inu Yasha que não leve Kagome junto com
ele para o Outro Mundo. Ela explica que a razão pela qual ele podia sentir o
cheiro do ninho das aves, era Naraku ter destruído a barreira e o fez para
atraí-los numa armadilha: assim que entrassem no Outro Mundo, Naraku usaria
o poder de Kagome para encontrar o Shikon no Kakera. Kikyou recebe de suas
shikigami seu arco e flechas e decide ir com Inu Yasha, porém mal consegue
ficar em pé. Inu Yasha a convence a ficar e diz que não quer que o mesmo de
Hakureizan se repita, onde ele não foi capaz de protege-la. Kikyou então
entrega a Inu Yasha uma de suas flechas, para que dê a Kagome, dizendo que
se ela será ou não capaz de usá-la, vai depender dela mesma.
Na manhã seguinte, Kagome espera pelo retorno de Inu Yasha, como sempre apreensiva pelo fato dele ter ido se encontrar com Kikyou. Ao chegar, Inu Yasha entrega a Kagome a flecha de Kikyou, efetiva contra Naraku por estar coberta de terra da caverna de Onigumo. Inu Yasha então tenta explicar que foi apenas isso que houve entre os dois, mas Kagome não parece convencida. Enfim, guiados pelo jaki de Naraku, na direção do ninho das aves, Inu Yasha e os outros partem para a montanha onde Naraku encara Abi Hime e sua mãe, Tekkei. Naraku parece confiante e diz que finalmente se abrirá a conexão entre os Dois Mundos. Tekkei é uma daiyoukai e ataca Naraku cuspindo fogo, o que é inútil por conta da barreira. Tekkei então decide engolir Naraku e sua barreira, aparentemente eliminando-o. Perto dali, Inu Yasha-tachi encontra Myouga, que conta a eles que Tekkei é uma youkai ave que habita o inferno, por isso pode se conectar ao Outro Mundo. Logo eles avistam Tekkei (também, ela é uma galinha do tamanho de uma montanha inteira!) que os recebe com rajadas de fogo e aves. Tekkei então tem
sua cabeça atravessada por dentro, na reaparição de Naraku. Abi Hime vendo
que sua mão foi morta, ataca Naraku com a alabarda de três pontas ("Sansageki"),
que explode levando seu braço direito. Naraku explica que a alabarda era
parte do corpo dele e, por seus serviços, dará a ela uma morte sem dor.
Naraku atravessa Abi Hime com seus tentáculos e a vaporiza imediatamente,
ante aos olhos surpresos de Inu Yasha e dos outros. Com a mesma técnica
usada em Hakureizan para rasgar o ombro de Kikyou, Naraku ataca o pescoço da
já morta Tekkei... |
| 155 - O oni que protege a jóia de quatro almas |
| O ataque de Naraku
decepa Tekkei e um rio (literalmente) de sangue começa a jorrar. Inu Yasha
logo segue Naraku pelo rio roxo, até que o rio se torna um portal. No rio,
Shippou vê os rostos dos humanos mortos por Tekkei (bem mais leve do que no
mangá) e Sango percebe a infinidade de pessoas que perderam suas vidas só
para Naraku conseguir o fragmento. Nisso, atrasado (como de costume),
Sesshoumaru chega quando o sangue já secou. Oportunamente, Kagura ali
aparece para informar Sesshoumaru de outro meio de ir aonde Naraku estava.
Kagura se surpreende pela proximidade de Sesshoumaru, que larga Jaken
falando sozinho para ouvi-la. Kagura então dá a entender que guiará
Sesshoumaru ao portal para o Outro Mundo. Chegando nesta fronteira, Inu
Yasha e os outros logo atravessam a espessa neblina branca e avistam o
grande esqueleto do pai de Inu Yasha. Fora de Kirara, Inu Yasha e Kagome
caem rapidamente, mas Inu Yasha usa um Kaze no Kizu no chão para aparar a
queda deles e montar numa ave. Seu sutil ataque quase atinge Kirara e os
outros, para que ele se salve.
Kagome então sente a "Shikon no Kakera no kehai" (presença do fragmento) vindo da armadura do chichi. Inu Yasha tem um flashback de Izayoi, sua mãe e a vez em que era perseguido por youkai, ainda criança. Quando ele retoma a consciência, eles são atacados por milhares de “kongouseki”, diamantes brilhantes. Após desviarem dos kongouseki, eles chegam a um buraco na armadura do chichi, onde um ser feito de diamantes e uma cabeça de esqueleto aparece para acusa-los de quererem o último fragmento. Myouga reconhece Housenki e conta que aquele é o filho do “Inu no Taishou”, Inu Yasha. Housenki o reconhece e diz que ele não deveria mais voltar ali, pois já viera antes trazido pela Pérola Negra e a mesma havia cumprido sua função, por isso quando ele chegou teve os flashbacks, ocasionados pela pérola em seu olho. Kagome percebe que o fragmento está em Housenki e Inu Yasha ordena que ele o entregue. Housenki diz que não pode, pois foi o desejo do fragmento vir com ele para o Outro Mundo. Myouga pensa em desistir, mas
nessa hora, a presença maligna de Naraku os envolve e o fragmento em
Housenki começa a se corromper. Housenki ataca Inu Yasha com os kongouseki e
a Tessaiga é inútil contra a rigidez dos diamantes. Inu Yasha tenta
argumentar, mas Housenki não acredita que alguém seja capaz de manipula-lo
(cabeça dura mesmo, né? Também, feita de diamantes...) e não entrega o
fragmento. Inu Yasha tenta em vão um Kaze no Kizu, mas o diamante nem risca.
Kagome então dispara uma Hama no Ya insuficiente para purificar o daiyoukai
Housenki. Myouga explica que falta poder espiritual em Kagome para conseguir
atingir um daiyyoukai, então ele tenta usar a flecha de Kikyou, que a
repele, bem como a Tessaiga repele o Sesshoumaru. Embora insuficiente, a
flecha de Kagome faz Housenki redobrar a proteção ao redor do fragmento, o
que é percebido por Inu Yasha. Ela então dispara mais uma flecha e ele ataca
com o Kaze no Kizu, destruindo os diamantes ao redor do fragmento. Housenki
então é totalmente consumido pela corrupção do fragmento e atinge Inu Yasha
com seu braço de diamante. Inu Yasha é jogado no abismo abaixo das nuvens e
some... |
| 156 - Decisiva batalha em frente ao túmulo! Sesshoumaru VS Inu Yasha |
| Kagura leva Sesshoumaru
ao País do Fogo e, a essa altura, a Tenseiga está vibrando na bainha. No
mundo da neblina, Kagome tenta procurar por Inu Yasha, quando eles sentem o
jaki de Naraku, que enfim aparece. Diferente de Hakureizan, a Hama no Ya de
Kagome não faz nada contra a kekkai (barreira) do Naraku dessa vez. Housenki
sabe que ele é o ser que possui a jóia corrompida. Nisso, Jaken começa a
estranhar as rochas com formas youkai naquela caverna, enquanto Kagura chega
ao portão de Gozu e Mezu. Ela fica a uma distância segura, quando as
estátuas se animam e se preparam para atacar Sesshoumaru. Afinal, o único
jeito de passar era estando morto. Como sempre, Jaken amarela e se esconde
atrás de Sesshoumaru, que saca Toukijin. Housenki atravessa a barreira e o
corpo de Naraku com seu braço, mas Naraku não parece afetado e ataca o
fragmento em Housenki com seus tentáculos. O fragmento acaba de corromper
Housenki e Naraku explica que foi graças aos ataques deles a Housenki que
Naraku pôde ter acesso ao fragmento.
Um Kaze no Kizu então corta os tentáculos de Naraku, na volta de Inu Yasha, do fundo do abismo. A Tessaiga então fica vermelha e Inu Yasha ataca com o Kaze no Kizu. Assim como foi inútil em Hakudoushi, a Akai Tessaiga é inútil contra Naraku. Novamente Inu Yasha ataca, mas Naraku, dessa vez, absorve seu ataque e repele, permitindo a Inu Yasha que tente o Bakuryuuha. Pouco após desferir o golpe, Inu Yasha é empalado por Housenki. Naraku não se fere com o Bakuryuuha. Nisso, Sesshoumaru percebe que Toukijin é inútil contra as estátuas, pois é uma arma do Mundo dos Vivos. Com a vibração da Tenseiga, a ficha cai e ele saca a espada. (e o que é melhor: a música tema do Sess tocada PARA o Sess, como há muito não se ouvia!) Ante a Tenseiga, o portão se abre, as estátuas ajoelham-se ante a ele e ele passa. Kagura olha admirada, com a certeza de que Sesshoumaru é o único capaz de acabar com Naraku. Enquanto isso, Sango e Miroku não são capazes de impedir Naraku de tomar o saigo no kakera (último fragmento). Naraku conta a eles que
eles não têm como sair dali, uma vez que o caminho por onde vieram já havia
se fechado. Nisso, do nada uma esfera de energia ataca Naraku, embora não
consiga passar da barreira. Sesshoumaru chega e por um instante observa o
imenso esqueleto de seu pai. Depois vai aonde Inu Yasha está e simplesmente
acerta-lhe um murro na cara, por bagunçar o túmulo de seu pai. Sesshoumaru
encara Naraku enquanto Housenki, enfraquecendo sem o fragmento, volta a
ficar puro e pergunta a Inu Yasha se ele ainda tem força para lutar... |
| 157 - Naraku atravessado! Kongousouha |
| O ataque de Toukijin,
desferido por Sesshoumaru, apenas vibra a barreira de Naraku, enquanto que
Housenki conta a Inu Yasha que se ele deseja derrotar Naraku, deverá
corta-lo o quanto antes. Myouga percebe que Housenki quer passar sua
doutrina a Inu Yasha e um rápido flashback de Ryuukossei e Taigokumaru sendo
cortados é passado, retomando o modo como ele adquiriu o Bakuryuuha e a Akai
Tessaiga. Inu Yasha hesita pela vida de Housenki, mas este garante que não
será algo fácil. Sua cabeça então é envolta pelo kongouseki para dificultar
as coisas. Inu Yasha ataca e fragmentos de diamantes lhe provocam
cortes pelo corpo. Housenki diz que se Inu Yasha, entretanto, for indigno de
sua doutrina, ele morrerá. (já vi algo parecido em Yu Yu Hakusho...) Para
“facilitar” as coisas para Sesshoumaru, Naraku estende seus tentáculos para
além da barreira, numa armadilha.
Os tentáculos se tornam criaturas com dentes que atacam Sesshoumaru. O príncipe desvia e depois corta os três. Nisso, Inu Yasha sofre sem conseguir cortar Housenki. Dos tentáculos cortados, shouki jorra em Sesshoumaru e em tudo ao seu redor. Como bom usuário de veneno, Sesshoumaru não sofre o shouki, mas a quantidade é tanta que começa a se aproximar de Jaken e dos outros. Uma Hama no Ya de Kagome purifica o shouki para salva-los. Naraku explica que cada vez que Sesshoumaru corta-lo, o shouki irá invadir a área até acabar com todos os seres vivos. Kagome dispara outra Hama no Ya, sua última, além da de Kikyou. Sesshoumaru não se comove e ataca novamente, liberando mais shouki. Inu Yasha deixa Housenki de lado para proteger seus amigos do shouki. Inu Yasha usa seu Kaze no Kizu para afastar o shouki e atingir Naraku, mas para sua surpresa, o Kaze no Kizu dispara também o kongouseki de Housenki, rasgando, enfim, a barreira de Naraku. Housenki explica que pelo desejo de proteger seus amigos, por seu coração de hanyou, ele foi digno de herdar seu mais poderoso ataque, o Kongousouha. Com a Tessaiga agora transformada em kongouseki (diamante), Inu Yasha não demora em testar seu mais poderoso ataque em Naraku. O Kongousouha atravessa o torso de Naraku e o deixa imóvel, para Sesshoumaru atacar com Toukijin, rasgando seu corpo e partindo em duas sua cabeça. Naraku começa a fugir, levando consigo o fragmento corrompido. A flecha de Kikyou então deixa de repelir Kagome, que a dispara no fragmento, fazendo Naraku brilhar enquanto desaparece, sem o fragmento. No mundo dos vivos, Kagura chega e encontra Hakudoushi em transe, flutuando numa barreira, enquanto Kohaku assiste em silêncio. Naraku aparece, despedaçado, dentro da barreira de Hakudoushi e a flecha de Kikyou atravessa o corpo do garoto, enquanto Naraku reconstrói sua cabeça. Naraku sabe que o poder daquela flecha é de Kikyou e percebe que por um segundo a mais, talvez não fosse capaz de voltar ao Mundo dos Vivos. Housenki permite que Inu Yasha fique com o fragmento, uma vez que ele provara não ser capaz de protege-lo. Para escapar dali, Inu Yasha e os outros seguem Sesshoumaru, enquanto Sango pensa que o fim da guerra pelos fragmentos só aconteceria com o desaparecimento da Shikon no Tama e isso significaria a morte de Kohaku... |
| 158 - A grande corrida dos infinitos youkai ratos |
|
Hakudoushi e Naraku ainda se recuperam do ferimento da flecha disparada por
Kagome, o que faz Naraku ter certeza de que Kikyou está viva. Naraku,
todavia, não é capaz de sentir a presença de Kikyou e percebe que se ela se
esconde, ainda não está completamente curada e deve ser atraída para fora de
seu esconderijo. Nisso, Kagura tenta tirar de Kohaku alguma informação que a
guie até Naraku no Akambo, a outra metade de Hakudoushi, mas Kohaku não sabe
de nada. Enquanto isso, Inu Yasha sai para procurar por Kikyou, no mesmo
lugar de antes, mas não a encontra. Como sempre, Kagome parece muito calma e
compreensiva, mas quando ele chega e diz que não a encontrou, Kagome não
acredita e manda para ele muitos “Osuwari”. Já recuperado, Hakudoushi fica
encarregado de atrair Kikyou, com ajuda de Kohaku, usando-se do método que
preferir. Ele então vai a um templo encontrar um Zushi-Nezumi, um youkai
rato que solta seus infinitos ratos para que devorem a carne das presas e
então come os ossos. Hakudoushi não tem interesse nele, apenas no caixote em
suas costas. Após o youkai tentar ataca-lo, Kohaku o degola com o Kusarigama
e carrega a caixa para Hakudoushi.
Solta numa planície, a caixa se abre. Logo alguns vilarejos percebem a aproximação dos youkai e tentam fugir, inutilmente. No caminho de Inu Yasha e dos outros, um homem montado a cavalo foge de uma infinidade de ratos, que logo Sango reconhece como sendo Zushi-Nezumi. Ao corta-los, Inu Yasha percebe que eles apenas se multiplicam e Miroku resolve usar o Kazaana. Depois de salvarem o sujeito, eles partem para descobrir a origem do Zushi Nezumi. Com a caixa sempre aberta, os ratos continuam infinitamente saindo e consumindo cada ser vivo que encontram no caminho. Kohaku percebe o que está causando, apenas para atrair Kikyou, que observa os ratos de uma distância segura, requisitando a Kochou algo que ela precisa para acabar com os ratos. Nisso, Inu Yasha percebe Saimyoushou sobrevoando os ratos, prova de que Naraku estava por trás do ataque. Usando a cabeça, eles percebem que deve ser um meio de atrair Kikyou. Perto dali, Kochou traz a Kikyou uma muda de planta, com a qual Kikyou faz um feitiço Mayose, uma árvore espiritual que atrai todos os ratos. Miroku reconhece a mudança de direção dos ratos e explica aos outros que a Mayose é um truque para atrair pragas e depois extermina-las. Eles se dividem. Miroku, Sango e Kirara partem para achar a origem do feitiço e destruir a caixa. Inu Yasha, Shippou e Kagome rumam para a Mayose, para talvez encontrarem Kikyou e Naraku. Kohaku hesita em fechar a caixa, mas percebe que está sendo observado, quando ali ele ouve a voz de Sango, que chega voando em Kirara, pronta para atacar.. |
| 159 - A determinação de Kohaku e o coração de Sango |
| Sango tenta destruir o
caixote, mas Kohaku o salva e foge. Sango o persegue, enquanto Hakudoushi
chega na Mayose, para frustrar os planos de Kikyou. O garoto joga várias
lesmas gigantes na Mayose, fazendo-a lentamente dissolver. Kagome atira
flechas nas lesmas enquanto Inu Yasha tenta alcançar Hakudoushi. Quando
Hakudoushi é atingido, a árvore já está danificada demais e os ratos não
mais tentam escala-la, ao invés disso, retornam para Miroku e Sango. Sango
tenta atingir o caixote, mas Kohaku insiste em defende-lo com a própria
vida. Miroku suga com o Kazaana alguns ratos, mas há muitos para ele. Logo,
os ratos atacam o próprio Kohaku, que é salvo por Sango. Com o Hiraikotsu,
ela tenta destruir o caixote, mas ele está protegido por uma barreira.
Cercados por ratos, Sango abraça Kohaku, antes deles e Kirara sumirem no
meio deles.
Inu Yasha, deixa Kagome flutuando no balão Shippou e vai na frente, sentindo cheiro de sangue. Miroku não pode usar o Kazaana ou então sugaria também Sango, Kirara e Kohaku, quando chega Inu Yasha. Uma Hama no Ya atinge o caixote e desfaz a barreira, pouco antes do Kaze no Kizu acabar o serviço, fazendo os ratos sumirem. Quem disparou a flecha foi Kikyou que, acompanhada de suas shikigami, parte dali. Miroku corre para socorrer Sango, que está inconsciente junto de Kohaku. Logo ambos acordam e, por mais que Kohaku saiba da verdade, está sendo vigiado por Saimyoushou. Ele sai dali e é envolto pela barreira de Hakudoushi, que o observava. Sango parece mais abalada emocionalmente do que fisicamente. Cheia de curativos, Sango está sozinha com Miroku, se questionando sobre proteger Kohaku, apesar de tudo. Miroku a conforta,
dizendo que decidir proteger seu irmão, por mais errado que pudesse parecer,
considerando suas atrocidades, era uma escolha do coração humano de Sango,
por isso era a coisa certa que só ela poderia fazer. Enquanto isso, Kikyou
dá a cada uma das shikigami uma mecha de seu cabelo, para que voem por aí.
Kikyou decide que agora ela quem irá procurar por Naraku... |
|
160 - O cara
violento e indeciso que traz felicidade
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| Kagome decide voltar
para a Gendai, aproveitando o raro momento de paz, sem o consentimento de
Inu Yasha, que contava a Kaede sobre a volta a vida de Kikyou. Kaede não
parece muito surpresa, pois outrora vira as duas garotas shikigami levarem a
terra de sua irmã e já suspeitava de tudo. Em sua cama, Kagome pensa em Inu
Yasha e em Kikyou, para concluir que depois de tudo ela ainda era a segunda.
Na Sengoku Jidai, Inu Yasha fica nervoso ao saber da partida de Kagome sem
seu consentimento e reclama com Miroku e Sango. Perdendo a paciência, Sango
tenta um “Osuwari”. Nada acontece, para alívio de Inu Yasha, que fica
assustado por um momento...
Na Gendai, Kagome fica feliz por sua mãe ter conseguido uma bicicleta nova para ela, uma vez que a velha se perdera na Sengoku Jidai. Após muito tempo polindo a bicicleta, Kagome e Souta acompanham surpresos o “pouso” de Inu Yasha, bem em cima da bicicleta. A bicicleta fica torta e perde a cestinha e Inu Yasha, ao tentar consertar, quebra o guidão. Kagome usa a kotodama e vai furiosa para a escola, sem bicicleta. Na escola, suas amigas Eri, Ayumi e Yuka são bem diretas e logo perguntam sobre o cara violento e indeciso. Ao avançarem na conversa, as garotas percebem que Kagome acredita ser a segunda e só vão piorando a situação, até que Kagome acaba contando que ele estava no templo Higurashi. Com a notícia, as garotas decidem que querem conhece-lo e após a aula as quatro vão para a casa de Kagome, para desespero dela. No templo, Inu Yasha,
tentando consertar, transforma a bicicleta numa “escultura de ferro”. Com
ajuda de Souta, ele descobre que com um “kongouseki” ele pode conseguir
várias bicicletas daquela e tenta um Kongousouha, que acaba por destruir um
pedaço da montanha, sem produzir o kongouseki. Kagome chega e vê sua “nova
escultura”, gritando Osuwari em seguida, o que faz Inu Yasha quebrar, sem
querer, um vaso raro do avô de Kagome. Depois, no quarto de Kagome, Inu
Yasha aparece na janela, dando de cara com as 3 garotas. Com um pano na
cabeça, suas orelhas caninas são escondidas. Para espanto de Kagome, eles
conseguem manter uma conversa e elas atribuem o fato dele ter cabelos e
olhos diferentes ao fato de ser meio-estrangeiro. Elas acabam achando ele
legal e bem diferente do que imaginavam e vão embora sem saber sobre o fato
dele ser hanyou. Inu Yasha diz a Kagome que ela não precisa da bicicleta
pois ele irá carrega-la na outra era. |